sábado, 4 de setembro de 2010

depois da meia-noite.

Já é tarde, todos estão dormindo e eu estou aqui, mais uma vez pensando em minha vida.
penso no que vi, no que não vi, no que verei. No passado, no presente, no futuro? enlouquecedor? talvez, frustante? com certeza.
Sempre tenho a sensação de poder ter feito melhor, nunca me contento com o bom, eu quero o MELHOR. Por isso queria uma máquina do tempo, não para concertar os erros(tá, alguns) mas sim para melhorar os acertos.
Depois da meia-noite tudo fica mais claro para mim, a idéia surgem, a coragem também, só que por ser tarde, nunca posso fazer o que realmente quero.
Funciono melhor a noite, ela me inspira, ela me dá forças. Sempre gostei mais da lua do que do sol, sempre gostei mais do escuro do que do claro, do preto do que do branco.
Depois a meia-noite sou/mesinto livre, posso dançar, pular me importar com ninguém, posso OUVIR e SENTIR o SILÊNCIO (não me perguntem como). Posso inalar o cheiro de NOITE.
Depois da meia-noite: logo que as luzes se apagam, tudo parece mais claro. Tudo tem um jeito, a tristeza e a solidão se juntam, a alegria e o companheirismo também.
Depois da meia noite tudo se completa, tudo tem um significado.

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